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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Meu problema com as portas canadenses.

Nem tudo é só alegria nesta minha trip aqui no Canadá...
Vivo um drama de vários segundos cada vez com que me deparo
com uma porta que contém um adesivo escrito: ->

O cidadão pode morar há muitos anos aqui. Pode falar inglês fluentemente, ler, escrever, pensar e até sonhar em inglês. Não interessa. Ao se deparar com um adesivo na porta escrito PUSH, ele vai puxar. Mesmo quando o adesivo é amarelo e as letras maiúsculas estão em vermelho.
Ele vai puxar.
Outro dia fui pensando nisso enquanto caminhava, até que decidi exercitar meu cérebro perante a próxima porta que encontrasse. Cheguei nela, foquei no adesivo que dizia o maldito PUSH e empurrei! Sim!
Mas a porta misteriosamente nem se mexeu;
acima do adesivo havia uma placa dizendo: CLOSED.

Mesmo quando faço tudo certo, o destino fecha as portas na minha vida.
Sigo sem conseguir empurrar uma porta que contém PUSH.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Che-cheguei em Toronto?

Me instalei, conversei com o querido dono da homestay e lá me fui realizar um sonho.
Tomei um mate sentado sob o Sol, encolhido, sentindo floquinhos de neve na cara... Se tivesse uma bergamota, deuzulivre, ali ficaria até ser tapado pela neve. Horrível de bom!!!




(O ruim da tela touch screen do aparelho com o qual tirei essa foto é que nos obriga a tirar a luva para tocar a tela. Quase perdi um dedo congelado. E a touca foi colocada segundos depois da luva, fazendo o sangue voltar a circular nas orelhas.)
Pois enquanto aprecio o chimarrão quente, observo a paisagem lindamente monocromática ainda iluminada pelos adereços natalinos. Cômailinda! Só faltou um ator Hollywoodiano para fechar a cena de filme. Na falta deste, passou um esquilo correndo e pulando, todo serelepe e pimpão. Vontade de levar todos para Porto Alegre!

Ah, mudei meu conceito de frio. Nunca mais vou dizer que está frio no Rio Grande do Sul. O frio aqui encontra os centímetros de pele ainda não tapados, e corta-os. Aí a pessoa tapa e ele segue rumo ao teu pulmão, te forçando a evitar respirar. O frio move o cotidiano, a organização espacial, a arquitetura, as cores e tudo mais na cidade. É o maior atrativo turístico até o momento!

Bah e os canadenses são uns queridões. Ouvi mais palavras mágicas hoje do que em toda a vida no Brasil. Porém, ah porém, canadense é o que menos tem no Canadá. Chineses e Indianos dominaram Toronto. Em breve dominarão o mundo. Quando menos esperarmos, ao pegar uma camiseta, um garotinho chinês pulará de dentro do teu armário. Anota aí.

Dominado pelo excessivo exagero, encerro aqui, rapidinho, o relato das minhas primeiras impressões da trip! Inconcluído e descontinuado, porém, de coração.
Alegria!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Causo do Skype

O Causo do Skype, acontecido nesta semana com meus English Students. Trata-se de uma experiência pedagógica que visa estabelecer um primeiro contato, ainda que a distância entre alunos do curso de Inglês com um Native Speaker, seja ele estadunidense, britânico, australiano... importante para se trabalhar a segurança na oralidade, entre outros objetivos.

Mas havia um detalhe nesta atividade. O suposto norte-americano, era um porto-alegrense, amigo meu, falando a alguns quilômetros de distância dos alunos. Sim, enganei meus queridos alunos. Por quê? Vejamos nos resultados obtidos.

O causo ocorreu com uma turma de Basic 1. Num lado da tela, 5 meninas ansiosas para estabelecer seu primeiro contato, em inglês, com um 'gringo'. Do outro, até onde elas pensavam, estava alguém nascido na Califórnia, o "Luke Stevenson". Era chegado o momento de usar aquilo que tínhamos aprendido até o momento. Olhos a brilhar, risadas produzidas pelo nervosismo.

Com muita dificuldade, aos poucos fomos criando coragem e formulando perguntas a fim de coletar algumas informações pessoais do Luke; nome completo, idade, data e local de nascimento, gosto musical, hobbies... e tudo mais que tínhamos aprendido até o momento. Passado este primeiro momento, era a vez de Luke perguntar para as alunas. A cada aluna que Luke escolhia para fazer a pergunta, algumas gotas de suor frio escorriam.

O ator Luke pergunta: "How old are you?" - uma pergunta simples, mas que acordava o gago que todos temos dentro de nós. "Th, thir... thirt.... thirteen, thirteen..." respondeu uma das alunas...

No final, eu e Luke começamos a falar português, para o choque das alunas. Achei que seria linxado, pela sacanagem que fiz. A reação de espanto logo foi trocada por risadas e mais risadas. Relaxaram e falaram com o recém nacionalizado Luke, agora, Lucas.

Atingi o objetivo de mostrar que o que aprendemos neste primeiro semestre de estudo é o suficiente para estabelecer uma boa comunicação. Passei a mensagem de que não devemos 'travar' diante de um estrangeiro. É só uma pessoa, como um brasileiro. Acho que a partir daí estarão mais tranquilas para o próximo encontro, mas com um Original Native Speaker.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Teachers' Day!


A teacher is a very special person
who uses his or her creativity
and loving, inquiring mind
to develop the rare talent
of encouraging others to think,
to dream, to learn, to try, to do!

(Beverly Conklin)


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Importância da Pronúncia Correta

Abaixo, artigo veiculado pela revista ISTOÉ em 1º de Setembro de 2010, nº2129.
Note a importância de pronunciar corretamente as palavras em Inglês.



Se pronunciado incorretamente, poderíamos pensar que a reportagem fosse sobre Tiger Woods